
{"id":1486,"date":"2018-09-14T22:52:48","date_gmt":"2018-09-15T01:52:48","guid":{"rendered":"http:\/\/eliezerladeira.com.br\/blog\/?p=1486"},"modified":"2018-09-14T22:52:48","modified_gmt":"2018-09-15T01:52:48","slug":"gabriel-garcia-marquez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eliezerladeira.com.br\/blog\/gabriel-garcia-marquez\/","title":{"rendered":"Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez"},"content":{"rendered":"<p>Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez (1927-2014) foi um jornalista, escritor e roteirista colombiano. Considerado um dos maiores escritores do s\u00e9culo XX, destacou-se como um dos representantes do realismo m\u00e1gico latino-americano.<\/p>\n<p>Autor de <em>Cem Anos de Solid\u00e3o<\/em> e <em>O Amor Nos Tempos de C\u00f3lera<\/em>, recebeu o Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1982 pelo conjunto de sua obra.<\/p>\n<p>Nasceu em Aracataca, no departamento de Madalena, Col\u00f4mbia. O pai telegrafista e a m\u00e3e, dona de casa, se esfor\u00e7aram para lhe dar uma boa educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Passou a primeira inf\u00e2ncia com os av\u00f3s e escutava suas hist\u00f3rias, reais ou inventadas, sobre as guerras civis, os costumes familiares e lendas da regi\u00e3o. Em fam\u00edlia e para os amigos seria conhecido pelo apelido de &#8220;Gabo&#8221;.<\/p>\n<p>Frequentou a escola p\u00fablica local e teve seu gosto despertado pela poesia e a literatura ali. Em 1940, estudaria em Bogot\u00e1, o que seria um trauma, por n\u00e3o adaptar-se ao clima frio da cidade.<\/p>\n<p>Em 1947, ingressaria na Universidade Nacional, onde tinha a inten\u00e7\u00e3o de estudar Direito, mas nunca se formou, empregando-se como vendedor de enciclop\u00e9dias e jornalista.<\/p>\n<p>Neste mesmo ano, publicou seu primeiro conto no jornal \u201c<em>El Espectador<\/em>\u201d. Apesar das pen\u00farias financeiras, Garc\u00eda M\u00e1rquez forjava nas reda\u00e7\u00f5es e discuss\u00f5es liter\u00e1rias seu estilo \u00fanico.<\/p>\n<p>Trabalhou como colunista do \u201c<em>El Universal<\/em>&#8220;, de Cartagena, onde tamb\u00e9m travou conhecimento com jovens liter\u00e1rios que formariam o \u201cGrupo de Barranquilla\u201d.<\/p>\n<p>Este grupo discutia autores como William Faukner, Virginia Wolf, Albert Camus, entre outros, al\u00e9m de frequentar festas e prost\u00edbulos da cidade.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 50 teve a oportunidade de conhecer a Europa no p\u00f3s-guerra. Vive em Roma durante quase um ano e ali pode estudar cinema, que sempre foi sua segunda paix\u00e3o, ap\u00f3s a literatura.<\/p>\n<p>Posteriormente, em 1958, passaria uma temporada na Europa como correspondente internacional. Estabeleceu-se em Paris, mas viajou por v\u00e1rios pa\u00edses, inclusive da Europa Oriental e chegou a Moscou.<\/p>\n<p>De volta \u00e0 Col\u00f4mbia, casa-se com Mercedes Barcha, com quem teria dois filhos. Como rep\u00f3rter da ag\u00eancia Prensa Latina, se estabeleceu em Havana, onde acompanhou a consolida\u00e7\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o Cubana.<\/p>\n<p>Tornou-se amigo de Fidel Castro, o que lhe valeria v\u00e1rias cr\u00edticas, por conta das viola\u00e7\u00f5es dos Direitos Humanos cometidas pelo regime cubano. Em Cuba fundaria e daria cursos na Escola Internacional de Cinema e Televis\u00e3o, em Havana.<\/p>\n<p>Devido aos seus posicionamentos pol\u00edticos, Garc\u00eda M\u00e1rquez deixa a Col\u00f4mbia definitivamente e passa a viver no M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Em 1967, publica pela editorial Sul-Americana, de Buenos Aires, Argentina, a sua grande obra liter\u00e1ria \u201c<em>Cem Anos de Solid\u00e3o<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>O livro seria um sucesso total e abriria as portas para uma gera\u00e7\u00e3o de autores latino-americanos que renovariam o panorama da literatura do continente e do mundo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_1487\" aria-describedby=\"caption-attachment-1487\" style=\"width: 630px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1487 size-full\" src=\"http:\/\/eliezerladeira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/ggmnobel3.jpg\" alt=\"Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez recebe o Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1982\" width=\"630\" height=\"356\" srcset=\"https:\/\/eliezerladeira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/ggmnobel3.jpg 630w, https:\/\/eliezerladeira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/ggmnobel3-600x339.jpg 600w, https:\/\/eliezerladeira.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/ggmnobel3-300x170.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 630px) 100vw, 630px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1487\" class=\"wp-caption-text\">Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez recebe o Pr\u00eamio Nobel de Literatura em 1982<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 1982 receberia o pr\u00eamio Nobel de Literatura e toma a decis\u00e3o de n\u00e3o aceitar nenhum pr\u00eamio liter\u00e1rio ap\u00f3s este.<\/p>\n<div class=\"container\">\n<div id=\"content\" class=\"row\">\n<div class=\"col-md-8 col-lg-9\">\n<div id=\"article\">\n<div id=\"articleBody\">\n<blockquote><p>\u201c<em>Poetas e mendigos, m\u00fasicos e profetas, guerreiros e canalhas, todas as criaturas desta indom\u00e1vel realidade, temos pedido muito pouco da imagina\u00e7\u00e3o, porque nosso problema crucial tem sido a falta de meios concretos para tornar nossas vidas mais reais. Este, meus amigos, \u00e9 o cerne da nossa solid\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>E se estas dificuldades, cuja ess\u00eancia compartilhamos, nos atrasa, \u00e9 compreens\u00edvel que os talentos racionais desta parte do mundo, exaltados na contempla\u00e7\u00e3o de sua pr\u00f3pria cultura, se encontrem sem meios apropriados de nos interpretar.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 simplesmente natural que eles insistam em nos medir com o mesmo bast\u00e3o que medem a si mesmos, se esquecendo de que as intemp\u00e9ries da vida n\u00e3o s\u00e3o as mesmas para todos, e que a busca pela nossa pr\u00f3pria identidade \u00e9 t\u00e3o \u00e1rdua e sangrenta para n\u00f3s quanto foi para eles.<\/em><\/p>\n<p><em>A interpreta\u00e7\u00e3o de nossa realidade em cima de padr\u00f5es que n\u00e3o s\u00e3o os nossos serve apenas para nos tornar ainda mais desconhecidos, ainda menos livres, ainda mais solit\u00e1rios<\/em>.\u201d<\/p>\n<p>(Trecho do Discurso de Gabriel Garc\u00eda Marquez ao ganhar o Pr\u00eamio Nobel)<\/p><\/blockquote>\n<p>Ainda que tenha sido celebrado como um dos maiores escritores em l\u00edngua espanhola do s\u00e9culo XX, Gabo foi fiel a sua promessa. Seguiria escrevendo romances, contos, pe\u00e7as e roteiros para cinema e televis\u00e3o, at\u00e9 ser atacado por uma enfermidade que o fez perder a mem\u00f3ria.<\/p>\n<p>Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez faleceu dia 17 de abril de 2014, na Cidade do M\u00e9xico.<\/p>\n<h4>Obras<\/h4>\n<ul>\n<li><em>O Enterro do Diabo: A Revoada<\/em><em> (La Hojarasca<\/em><em>) (1955)<\/em><\/li>\n<li><em>Relato de Um N\u00e1ufrago (1955)<\/em><\/li>\n<li><em>Ningu\u00e9m Escreve ao Coronel (1961)<\/em><\/li>\n<li><em>Os Funerais da Mam\u00e3e Grande (1962)<\/em><\/li>\n<li><em>M\u00e1 hora: o veneno da madrugada (1962)<\/em><\/li>\n<li><em>Cem anos de solid\u00e3o (1967)<\/em><\/li>\n<li><em>Olhos de c\u00e3o azul (1974)<\/em><\/li>\n<li><em>A incr\u00edvel e triste hist\u00f3ria de C\u00e2ndida Er\u00eandira e sua av\u00f3 desalmada (1978)<\/em><\/li>\n<li><em>O Outono do Patriarca (1975)<\/em><\/li>\n<li><em>Cr\u00f4nica de uma morte anunciada (1981)<\/em><\/li>\n<li><em>Cheiro de goiaba <\/em>(Entrevista) <em>(1982)<\/em><\/li>\n<li><em>O Amor nos tempos do c\u00f3lera (1985)<\/em><\/li>\n<li><em>A aventura de Miguel Litt\u00edn Clandestino no Chile (1986)<\/em><\/li>\n<li><em>Um general em seu labirinto (1989)<\/em><\/li>\n<li><em>Doze contos peregrinos (1992)<\/em><\/li>\n<li><em>Do amor e outros dem\u00f4nios (1994)<\/em><\/li>\n<li><em>Not\u00edcias de um Sequestro (1996)<\/em><\/li>\n<li><em>Como contar um conto (2001)<\/em><\/li>\n<li><em>Viver para contar (2002)<\/em><\/li>\n<li><em>Mem\u00f3ria de minhas putas tristes (2004)<\/em><\/li>\n<li><em>Obra Jornal\u00edstica 1: Textos Caribenhos (2005)<\/em><\/li>\n<li><em>Obra Jornal\u00edstica 2: Textos Andinos (2005)<\/em><\/li>\n<li><em>Obra Jornal\u00edstica 3: Da Europa e Am\u00e9rica (2005)<\/em><\/li>\n<li><em>Obra Jornal\u00edstica 4: Reportagens Pol\u00edticas (2005)<\/em><\/li>\n<li><em>Obra Jornal\u00edstica 5: Cr\u00f4nicas, 1961-1984 (2005)<\/em><\/li>\n<li><em>Eu n\u00e3o vim fazer um discurso (2010)<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Cem Anos de Solid\u00e3o<\/h4>\n<p>Cem Anos de Solid\u00e3o (<em>Cien A\u00f1os de Soledad<\/em>, t\u00edtulo original) foi publicada em 1967 no per\u00edodo denominado o \u201cboom\u201d da literatura latino-americana. Esse romance \u00e9, sem d\u00favida, a obra mais importante de Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez e ainda, uma das mais destacadas da literatura latino-americana dos anos 60.<\/p>\n<p>O romance possui caracter\u00edsticas do realismo m\u00e1gico ou fant\u00e1stico, que ocorre pela fus\u00e3o de elementos reais e fant\u00e1sticos. Por meio desse mecanismo, o escritor apresenta uma met\u00e1fora da condi\u00e7\u00e3o humana, da sociedade e da realidade latino-americana, ao mesmo tempo que critica padr\u00f5es e realiza diversos questionamentos.<\/p>\n<p>Assim, M\u00e1rquez revela com grande maestria ao apresentar a hist\u00f3ria de uma fam\u00edlia com um toque de fantasia. As experi\u00eancias e a\u00e7\u00f5es de seus personagens revelam a solid\u00e3o presente nos encontros e desencontros da vida, al\u00e9m de temas como a opress\u00e3o, as for\u00e7as da natureza, os problemas sociais e pol\u00edticos, a viol\u00eancia e claro, as lutas pelo poder.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria se passa na pacata vila de Macondo, onde viviam cerca de 300 pessoas. Esse espa\u00e7o fict\u00edcio representa, a grosso modo, a realidade da Am\u00e9rica Latina, marcada pela revolu\u00e7\u00e3o, pelas lutas e por uma solid\u00e3o hist\u00f3rica inerente ao nosso povo. Gabo, realiza essa interpreta\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica da Am\u00e9rica Latina unindo o mito com a realidade e a pol\u00edtica com a literatura.<\/p>\n<p>Repleto de personagens, o romance apresenta a genealogia da fam\u00edlia Buend\u00eda, fundadora da vila Macondo. Da primeira gera\u00e7\u00e3o, temos o casal Jos\u00e9 Arcadio Buend\u00eda e \u00darsula Iguar\u00e1n, que viveu por mais de 100 anos. Assim, o escritor nos mostra caracter\u00edsticas peculiares e t\u00e3o humanas por meio do perfil psicol\u00f3gico de seus personagens atrav\u00e9s de 7 gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na parte final de seu discurso do Pr\u00eamio Nobel, o autor salientou:<\/p>\n<blockquote><p>\u201c<em>Cara a cara com esta realidade horrenda que pode ter parecido uma mera utopia em toda a exist\u00eancia humana, n\u00f3s, os inventores das f\u00e1bulas, que acreditamos em qualquer coisa, nos sentimos inclinados a acreditar que ainda n\u00e3o \u00e9 tarde demais para nos engajarmos na cria\u00e7\u00e3o da utopia oposta.<\/em><\/p>\n<p><em>Uma nova e avassaladora utopia da vida, onde ningu\u00e9m ser\u00e1 capaz de decidir como os outros morrer\u00e3o, onde o amor provar\u00e1 que a verdade e a felicidade ser\u00e3o poss\u00edveis, e onde as ra\u00e7as condenadas a cem anos de solid\u00e3o ter\u00e3o, finalmente e para sempre, uma segunda oportunidade sobre a terra<\/em>.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<h4>Frases<\/h4>\n<ul>\n<li><em>Muitos anos depois, diante do pelot\u00e3o de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buend\u00eda havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo.<\/em><\/li>\n<li><em>N\u00e3o se \u00e9 de parte nenhuma enquanto n\u00e3o se tem um morto debaixo da terra.<\/em><\/li>\n<li><em>O problema do casamento \u00e9 que se acaba todas as noites depois de se fazer o amor, e \u00e9 preciso tornar a reconstru\u00ed-lo todas as manh\u00e3s antes do caf\u00e9.<\/em><\/li>\n<li><em>Tinham vivido juntos o suficiente para perceber que o amor era o amor em qualquer tempo e em qualquer parte, mas tanto mais denso ficava quanto mais perto da morte.<\/em><\/li>\n<li><em>A vida cotidiana na Am\u00e9rica Latina nos demonstra que a realidade est\u00e1 cheia de coisas extraordin\u00e1rias.<\/em><\/li>\n<li><em>N\u00e3o poderia entender a minha vida, tal como \u00e9, sem a import\u00e2ncia que nela tiveram as mulheres.<\/em><\/li>\n<li><em>A ternura \u00e9 inerente n\u00e3o \u00e0s mulheres, mas aos homens. As mulheres sabem que a vida \u00e9 muito dura.<\/em><\/li>\n<li><em>As estirpes condenadas a cem anos de solid\u00e3o n\u00e3o tinham uma segunda oportunidade sobre a terra.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<h4>Filmes<\/h4>\n<p>V\u00e1rios contos e romances do autor colombiano foram levados \u00e0s telas de cinema.<\/p>\n<ul>\n<li><em>En este pueblo no hay ladrones<\/em>, de Alberto Isaac (1964)<\/li>\n<li><em>La viuda de Montiel<\/em>, de Miguel Litt\u00edn (1979)<\/li>\n<li><em>Er\u00e9ndira<\/em>, de Ruy Guerra (1983)<\/li>\n<li><em>Cr\u00f3nica de una muerte anunciada<\/em>, de Francesco Rosi (1987)<\/li>\n<li><em>El coronel no tiene quien le escriba<\/em>, de Arturo Ripstein (1999)<\/li>\n<li><em>El amor en los tiempos del c\u00f3lera<\/em>, de Mike Newell (2007)<\/li>\n<li><em>Del amor y otros demonios<\/em>, de Hilda Hidalgo (2009)<\/li>\n<li><em>Memoria de mis putas tristes<\/em>, de Henning Carlsen (2012)<\/li>\n<\/ul>\n<p>[ratings]<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez (1927-2014) foi um jornalista, escritor e roteirista colombiano. 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