Apagou sem querer? “Desapague”

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Depois que os computadores começaram a ter interfaces gráficas, como o Windows e o MacOS, o conceito de “lixeira” começou a ser utilizado. Antes não tinha isso de “enviar para a lixeira”. Era apagar e pronto, foi. Só que esse processo, para ser mais rápido, não é completo. Quando apagamos um arquivo, o sistema operacional apenas “marca” como apagado e deixa o espaço disponível para ser utilizado por outras coisas, se necessário.

Por conta dessa pequena “brecha”, desde a época pré-lixeira, é possível “desapagar” um arquivo, o conhecido undelete.

Os programas que fazem essa mágica avaliam a extensão do dano causado e tentam recuperar. Dependendo do tempo que passou desde a deleção do arquivo e da quantidade de dados que foram gravados após isso no mesmo disco, é possível recuperar sem maiores dores de cabeça um arquivo apagado por engano, de forma fácil e rápida. Abaixo algumas dicas de programas que auxiliam nessa árdua tarefa.

PC Inspector File Recovery – Esse programa é fantástico. Normalmente ele sempre consegue recuperar arquivos que foram apagados por engano ou por vírus. Um dos únicos que consegue recuperar arquivos com informações faltantes, por exemplo, identificando que um arquivo é um vídeo e recuperando o cabeçalho danificado. Gratuito, 5.8 MB (vale cada byte).

Undelete Plus – Esse é muito mais leve (menos de 1 MB) e possui interface configurável para português, facilitando a vida de quem não sabe inglês. Segundo resenhas na Internet, pode não conseguir recuperar um ou outro arquivo, refazendo apenas o nome. Mas vale o teste. Gratuito.

UndeleteMyFiles – É um programinha igualmente pequeno (cerca de 1.2 MB) e gratuito que promete recuperar arquivos apagados até em mídias removíveis como disquetes e pendrives. Além da função de recuperar, o programa oferece a opção de remover um arquivo definitivamente, tornando impossível a recuperação dele através desses programas. Bacana, hein?

E você, tem alguma dica desse tipo de programa? Compartilhe aqui conosco.

* Foto: Rufino Uribe sob licença Creative Commons

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